terça-feira, 30 de outubro de 2012

October Fails


JB FORA DO AR - MAURICIO DE SOUSA

É com um enorme prazer que eu compartilho com você esta entrevista.
Dá pra perceber claramente o quanto eu estou suando neste programa. Estava quente? Nem tanto, mas o meu nervosismo era mais evidente do que eu imaginava. Eu nunca achei que um dia bateria um papo descontraído e divertido com o mestre Mauricio de Sousa, e quando isso finalmente aconteceu, eu tive que me esforçar muito para parecer tranquilo diante dele.
Apesar do pedido para que eu não o chamasse de “senhor Mauricio”, isso era algo que eu não consegui fazer. O meu respeito e admiração pelo brilhante trabalho que ele desenvolve há mais de 50 anos não permitiu que este jovem cuiabano de 27 anos o chamasse de “você”.
Estou em êxtase escrevendo isso e espero que você goste de assistir a este Jacaré Banguela Fora do Ar tanto quanto eu gostei de gravar ele.
Uma salva de palmas para o sensacional Mauricio de Sousa:
 





Morre Boni Junior...

Boni Júnior fugia após ser flagrado fazendo manobras perigosas, diz PM. Um policial militar também ficou ferido no acidente; caso será investigado.

 Um cantor de Goiatuba, no sul de Goiás, morreu e um policial militar ficou ferido depois de se envolverem em um acidente na GO-515, que liga Panamá a Goiatuba, no domingo (28). Segundo a polícia, o cantor sertanejo José Bonifácio Sobrinho Júnior, conhecido na região como Boni Júnior, tinha 28 anos e estaria fazendo manobras perigosas na cidade de Panamá quando percebeu a presença da PM e teria tentado fugir para Goiatuba. Uma barreira foi montada na pista para deter o músico, mas ele não teria parado e bateu no carro da polícia. O músico morreu no local e um dos policiais militares, que estava em serviço, foi atropelado e ficou gravemente ferido. “A gente depende vários fatores. Nós solicitamos todo o apoio necessário que exige a ocorrência, polícia, perícia, delegado. Então, todas as entidades de segurança que fazem parte foram informadas. Nós informamos nossos superiores e todas as medidas foram tomadas. Então, futuramente nós vamos esclarecer os fatos, após a perícia e os dados concretos que nós tivermos em mãos”, esclarece o major Júlio César Antunes Maciel. Investigação Muito abalada, a família do cantor não quis gravar entrevista, mas informou que as circunstâncias do acidente ainda não foram esclarecidas e aguardam a elucidação do caso. A Polícia Civil vai começar a investigar o caso. O delegado de Goiatuba, Gustavo Carlos Ferreira, instaurou o inquérito, mas disse que vai aguardar o resultado dos laudos da Polícia Técnico-Científica para começar a ouvir depoimentos do caso. O prazo para divulgação dos laudos é de até dez dias. Segundo a Polícia Militar, o soldado foi encaminhado para o Instituto Ortopédico de Goiânia (IOG), em Goiânia, e o estado de saúde dele nesta manhã é considerado estável.

Direto do  www.faxaju.com.br

The Last Game - O Ateu

Como seria o Game Over no jogo da vida real? É isso que este novo “Game” propõe, mas a coisa vai depender da crença de cada player, no primeiro você confere o destino do Ateu. Quer votar no próximo concorrente? Clique aqui...

Direto de Nova York


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Acidente incrível !!!

Esta foi por pouco! O equipamento de segurança instalado no painel de um carro registrou um grave acidente perto da cidade de Kaluga, na Rússia. Um veículo perdeu o controle ao tentar ultrapassar um ônibus na estrada, e acabou se chocando contra um caminhão que vinha no sentido contrário. A batida acabou com o carro, mas o motorista do veículo saiu pelo parabrisas, caminhando.
O passageiro do veículo escapou com escoriações, apenas. O motorista, que saiu com a ajuda da mulher que dirigia o carro que registrou o acidente, foi levado ao hospital, com as costelas quebradas. No vídeo, a colisão acontece aos 2 minutos e 35 segundos.

A pergunta de Aristóteles.

Tudo começou com uma curta pergunta, algumas palavras em uma frase de simples entendimento, apenas alguns bits de informação; Mas a resposta – ou as inúmeras tentativas de resposta – se estendeu por centenas de posts ao longo dos anos.
E estávamos todos na crista da modernidade, em um fórum sobre física quântica e suas possíveis relações com a espiritualidade, hospedado em algum servidor na Califórnia, num site de redes sociais criado nas horas vagas por um engenheiro turco do Google.
O modo como nos comunicamos e trocamos informações pode ter mudado bastante desde que Aristóteles fez essa mesma pergunta a séculos atrás, mas nossa inquietação perante ela continua praticamente a mesma – afinal, como exatamente o espírito se une ao corpo?
Em um ambiente freqüentado por físicos e simpatizantes da ciência em geral, obviamente primeiro era preciso definir o que diabos era o espírito. Para os céticos de negação, de opinião cristalizada, era fácil zombar de quem aparentemente acreditava em coisas imateriais, não detectadas, fantasmas e assombrações… Outros, porém, de olhos mais atentos, ficaram um tanto curiosos quando alguns de nós falavam em materialidade do espírito, em partículas fluidas, não detectáveis pela luz (como os outros 96% da matéria e energia do universo), a compor corpos dentro de corpos, corpos vestindo corpos, como nós mesmos vestimos alguma roupa.
Mas ainda era necessário compreender de que forma este espírito se manifestava no mundo que conhecemos, que é afinal de contas o mundo que estamos agora, onde fomos colocados, onde bem ou mal precisamos estudar e amar como todos os outros mundos deste Cosmos infinito. Daí a física quântica parecia a princípio deslocada…
Está certo, Feynman já havia dito que ninguém havia entendido nada de física quântica, mas certamente os físicos entendiam pouco mais do que os leigos. E ainda que Hameroff e Penrose tenham um dia postulado que nosso aparente livre-arbítrio na verdade deriva de reações descritas pela mecânica quântica em minúsculos tubos constituídos de proteínas dentro de nosso cérebro, isso não era suficiente para associar a física quântica ao espírito – até mesmo porque esta teoria não dispunha de muita credibilidade no meio acadêmico, a despeito de prestígio de seus criadores.
A ciência moderna envolveu-se neste monumental paradoxo: primeiro, no campo da neurologia, foi obrigada a postular a existência da consciência, para somente então tratar de reduzi-la ao mero tilintar de neurônios no cérebro, a um fruto de reações químicas já estabelecidas, a suprema ilusão de todos os seres – que crêem que possuem efetivamente a capacidade de escolha.
Mas a neurologia não resolveu o problema difícil da consciência, não faz sequer idéia do porque tomamos decisões morais ou imorais, altruístas ou egoístas, enfim, do porque diabos um bombeiro arrisca sua vida para salvar a vida alheia em ambientes inóspitos como um prédio em chamas… Da mesma forma, não é capaz de criar máquinas que interpretem informações, que falem sobre a “vermelhidão” do vermelho, que expliquem por meio de algoritmos porque gostaram mais de uma poesia do que da outra, que determinem o exato valor com que aquela menina ama seu cachorrinho…
Máquinas jamais serão consciências. Nós não somos máquinas, e mesmo que fossemos, ainda estaríamos muito distantes da engenharia reversa – de sermos capazes de construir a nós mesmos.
Então, algo nos escapa, a natureza não nos deixa relaxar. Se fomos criados por um Deus desconhecido ou pelo acaso, pouco importa, porque não compreendemos muito bem nem um nem outro. Se a consciência é mera ilusão e se tudo é definido por uma dança neuronal aleatória, então somos obrigados a seguir tal dança, e uns crêem e outros não, e uns matam e outros não, e uns amam e outros não, simplesmente pelos desígnios da deusa Fortuna.
Mas, se existe a consciência, se existe a alma, se existe o espírito, temos que nos re-conectar a nossa essência, ao nosso inconsciente oculto, para que possamos viver esta vida do aqui e agora, mundana, de maneira mais rica, mais profunda, mais poética, mais espiritual.
Se ainda temos alguma escolha, ainda que vivamos num reino estranho onde partículas ora são onda, ora são pontos, e tem apenas uma probabilidade de estar aqui e acolá, escolhamos compreender o incompreensível, mergulhar no mar revolto da natureza – revolto, mas convidativo.
Sejamos espiritualistas, físicos, ocultistas, céticos, filósofos, ou ainda tudo isso ao mesmo tempo, esta é uma pergunta que não podemos nos dar ao luxo de ignorar.
Rafael Arrais, 13/02/2011
LEIA MAIS :

domingo, 28 de outubro de 2012

Quem escreveu a Bíblia?

Apesar dos "especialistas" não recomendarem  postagens muito longas em blogs,não tem como abordar esse assunto com meia dúzia de linhas.Então: deixe a preguiça de lado e pratique o exercício saudável da leitura.

A história de Deus for escrita pelo homem.Mas quem é o autor do livro mais influente de todos os tempos?
As respostas são surpreendentes - e vão mudar sua maneiras de ver as Escrituras.LEIA MAIS:

Ria...rir faz bem !!!!

Gorduras, vinho e sexo!
Sobre as GORDURAS

No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos, é menor do que na Inglaterra e nos EUA. Em compensação, na França consomem-se muitas gorduras e, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA…

***

 Sobre o VINHO Na Índia, bebe-se pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA. Em compensação, na Espanha bebe-se muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA…

***

 Sobre o SEXO Na Argélia, f*d*-se muito pouco e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA. Em compensação, no Brasil f*d*-se muuuuuito e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA…

 ***

 CONCLUSÃO LÓGICA: Beba, coma e foda à vontade pois o que mata é falar inglês! Eu já não falo mais inglês! Você faz o que quiser…


USQ...Aos domingos !!!!



sábado, 27 de outubro de 2012

Porta dos Fundos - Aquela Gostosa


A Perseguida


Duro de Matar 5 - Trailer ( Previsto Fev/2013)


O Exercito Brasileiro e a discriminação



Uma mensagem (clique na imagem à esquerda para lê-la em tamanho completo) assinada pelo presidente da Junta de Serviço Militar de São João de Meriti (RJ), Cpt. Benigno Valentim, e entregue a rapazes dispensados do serviço militar daquela cidade propaga de forma descarada a discriminação contra ateus. É mais que visível a frase discriminatória, extraída de discurso feito na década de 1910 por uma organização militar*: “A grande pátria aceita todos os credos, só não aceita (sic) os que não creem”.
É inegável que muitas vezes a lavagem cerebral militar vem acompanhada de lavagem cerebral religiosa, de modo a tornar os militares berserkers instigados a matar por instinto e fanatismo. Mas esse detalhe, o da discriminação de pessoas descrentes em divindades pelas Forças Armadas, ainda é pouco conhecido, e merece de fato atenção das entidades ateístas e humanistas seculares.
Desde já, entidades como a ATEA e a Liga Humanista Secular do Brasil precisam tomar o compromisso moral de pedir explicações na Justiça sobre essa discriminação que toma caráter oficial quando assinada por uma pessoa de alta importância funcional nas Forças Armadas e distribuída a milhões de rapazes.
*Configure a codificação da página, ao entrar nela, como Unicode e procure por “nada crêem” para encontrar a frase.
Postado por Robson Fernando de Souza em Ateísmo,Combate ao Preconceito,Denúncia,Humanismo,Religião,Robson Fernando de Souza

A Religião na política e a nossa liberdade

Autora: Luciana Ribeiro dos Santos Editor: Tiago Angelo.

 Processo

 Ao longo de sua história, o Estado brasileiro esteve fortemente ligado à igreja católica, que ainda hoje luta para que sua influência seja sentida em legislações no mundo todo e particularmente em países de maioria católica, como o Brasil [1]. Apesar dessa influência, no entanto, a mesma instituição se envolveu em escândalos que colocaram em questão não apenas sua organização interna, como também suas recomendações públicas. Paralelo a esse afastamento do poder, o país veio passando por um processo longo, mas já perceptível, de laicização. Se por um lado os feriados ainda celebram Nossa Senhora Aparecida, Sexta Feira Santa e Páscoa, por outro acontecem ações como a retirada de símbolos religiosos de casas de poder, fruto de reivindicações pelo Estado Laico. A laicização do Estado não significa, no entanto, a laicização do povo. Apesar da fé não ser oficialmente considerada como o “pacote de valores obrigatórios” tanto quanto há algumas décadas, a religiosidade popular continua em alta. Com a queda da estima do catolicismo, no entanto, quem ganha destaque são as congregações evangélicas de massa, com grande apelo emocional, oratória intimista e a mesma base religiosa da nossa colonização: o cristianismo. O que talvez não esteja claro para todos os fiéis, todavia, é que essas igrejas não estão livres do caráter político que a católica teve em todos esses anos. Aliás, ouso dizer que esse caráter é mais forte, graças a um direcionamento consciente à prosperidade e ao ganho de poder. Mais do que uma opção de culto desvinculada do mercado, muitas igrejas já nascem como empresas de fé, geridas e sustentadas como uma instituição econômica. Outras se transformam para não “perder fiéis” para as primeiras que, não à toa, são muito atraentes para quem busca conforto psicológico. Nelas, o discurso convincente visa o dízimo; o dinheiro recolhido paga técnicas de oratória, gestão, marketing, programações de rádio, televisão, jantares com políticos e amizades influentes[2]; essas técnicas e contatos permitem mais discursos envolventes; esses discursos, mais dinheiro…LEIA MAIS....

 Postado por Tiago Angelo em 1. Bule Voador,Colher de Chá,Laicismo,Política,Religião

Dráuzio Varella no Roda Viva em 15/10/2012

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Barack Obama VS Mitt Romney

A menos que você seja do tipo de nerd interessado em economia, ou que mora nos EUA, essa batalha provavelmente não vai te interessar muito. Mas como é tradição ela também ganha tradução. Barack Obama é o atual presidente dos Estados Unidos da América e está em campanha para um segundo mandato. Mitt Romney é o candidato competindo pela posição na Casa Branca. Via Gafanhoto Verde.

Trailer honesto

Os Vingadores foi um filme memorável e todo mundo que assistiu vibrou. Até as patricinhas e os playboys saíram do cinema se achando verdadeiros geeks. Mas, hey, o filme não é perfeito. Então como seria um trailer honesto sobre o filme? Via Gafanhoto Verde

Porta dos Fundos - Ponto de Vista

abe aquele dia quando você acha que absolutamente tudo ao seu redor quer te dizer alguma coisa? Pois é. Não é exclusividade sua. O sol dele nasceu para todos. Senhoras e senhores, com vocês, mais um vídeo da Porta dos Fundos: “Ponto de Vista”. Pescado do Kibeloco

Iron Man 3

Caiu na net o trailer do Homem de Ferro 3, a qualidade está ótima e pelo que dá pra ver parece que dessa vez a coisa vai ficar sinistra pro lado do Stark. Direto do Sedentário

Campanha MONITORES da LG

Para provar a alta definição das imagens nos novos monitores IPS da LG foi montado um chão falso em um elevador com esse monitores. Ao entrar as pessoas ficavam sobre os monitores, uma pequena pane era simulada para em seguida o assoalho se despedaçar como se as pessoas fossem cair no foço do elevador. O resultado ficou muito bacana, mas já tem gente falando que é fake. Direto do Sedentário.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Porta dos Fundos - Brainstorm

 Reboot, remake, releitura… não importa o termo. A crise criativa, aliada à necessidade de se adequar aos novos tempos, transformou em obrigação a chamada “repaginada”. E, às vezes, em páginas não tão flexíveis.
 


Kibeloco - The Best

Como lidar com parentes e amigos teistas - o relato de uma experiência positiva.

Autor: Daniel Oliveira janela de composição de mensagem de e-mail
 Uns três anos atrás, minha mãe e minha irmã andavam muito transtornadas com minha descrença. Periodicamente, tocavam no assunto, sempre muito preocupadas comigo. Depois de algumas tentativas — frustradas — de tentar explicar-lhes pessoalmente o porquê dessa história de “não acreditar em nada”, resolvi fazer isso por escrito. Escrevi um e-mail longo, com minhas razões. Pensei que elas talvez pudessem ficar ainda mais preocupadas assim que lessem tudo, mas que o resultado, a longo prazo, seria bom. Me enganei. O resultado foi imediato e muito melhor do que eu podia esperar! Depois do e-mail, elas passaram a encarar meu ateísmo de forma muito mais natural e branda. Se não conseguem me entender completamente, pelo menos tenho certeza que depois do e-mail, conseguem me entender um pouco mais. Outro dia compartilhei esse e-mail com um amigo que estava em situação similar — pedindo conselhos de como falar com os pais sobre o assunto — e ele me encorajou a publicar pelo menos partes do e-mail. Não acho, sinceramente, que o texto seja grande coisa, mas aqui está, quase que na íntegra (removi somente alguns trechos muito pessoais), na esperança que possa ser útil a outras pessoas.


 Subject: Amor, teísmo, natureza, a vida, o Universo e tudo mais.


 Minhas queridas, Percebi, pelas últimas conversas que tivemos nos últimos dias, que vocês ainda continuam bastante preocupadas com minha descrença. E como acho que não consegui me fazer entender muito bem pessoalmente, pensei em escrever. Dá mais trabalho, mas pelo menos talvez eu tenha a chance de ser mais claro. E vocês, a chance de me entenderem melhor. Vamos ver … Na verdade, eu podia “deixar assim”, fingir que não ouvi ou fingir que concordo com a máxima de que “as pessoas precisam acreditar em alguma coisa”. Na verdade, não me importo em fazer isso de vez em quando, principalmente quando são pessoas que eu não conheço muito bem. Via de regra, não vale mesmo muito a pena o embate. “Não discutirás futebol, política e religião”, décimo primeiro mandamento. Que fique, claro, não concordo com este, entre outros :-) , mas vocês duas estão entre as pessoas que eu mais amo nessa vida, pessoas com quem eu não gostaria de precisar medir palavras pra falar de qualquer coisa, inclusive religião; pessoas que eu gostaria que me aceitassem exatamente do jeito que eu sou. Por isso, resolvi escrever. Realmente eu não acredito na existência de Deus. Pelo menos não na concepção judaico-cristã de um ser onipotente e onipresente que criou o universo, a Terra e cada um de nós, que tem domínio sobre cada elétron do Universo — vinte e quatro horas por dia — e que pessoalmente escuta preces e quebra todas as leis da Física para beneficiar seus protegidos (confessadamente não merecedores). Não é que eu não acredite no divino, só que quando penso nisso é mais como uma abstração, um conceito, do que como uma entidade, um ser. É claro que acredito em bondade, na beleza da Natureza, eu acredito que as pessoas são intrinsicamente boas, no valor da amizade, na necessidade de pautar a nossa vida não só em coisas materiais (bens, aparências) mas em valores que transcendem a matéria. Mas entendo que tudo isso é independente de uma crença em coisas sobrenaturais, milagres e divindades. Penso que a experiência humana – todo o amor e toda miséria humana – podem ser produto de bilhões de neurônios interconectados. Diferentemente dos gregos da antiguidade, vocês também não acreditam mais em um monte de deuses. Thor, Zeus, Mirra, Menta, Afrodite, Netuno e tantos outros deuses que hoje chamamos de deuses da mitologia grega, eram tão reais para os gregos quanto o Deus cristão provavelmente é para vocês hoje. Vocês são, portanto, agnósticas em relação a muitos deuses, que no passado eram considerados responsáveis pelos problemas mundanos. De certa forma, eu só sou um pouco mais agnóstico que vocês. ;-) Tem uma frase (que considero bem humorada) do Richard Dawkins que diz mais ou menos o seguinte: “a humanidade tem gradativamente caminhado do politeísmo para o monoteísmo e está chegando cada vez mais perto do número correto de deuses existentes”. Brincadeiras a parte, queria explicar-lhes por que eu não acredito mais no sobrenatural. Por acaso, “briguei” com Deus? Será que sou ingrato e não reconheço as coisas boas que aconteceram e têm acontecido na minha vida? Juro (eu poderia dizer “por Deus”, mas não queria soar irônico) que não é isso. Por um lado, o que aconteceu foi justamente o contrário. Eu fiz as pazes com a Natureza! Eu passei a aceitar e enxergar o mundo real (no meu entendimento) com uma beleza que eu jamais tinha percebido. Sempre tive muita dificuldade de entender o funcionamento de um mundo tão cheio de injustiças, supostamente governado por um ser infinitamente bom, onipotente, onisciente e onipresente. “Por que Ele permite tanta morte, tantas coisas erradas e tanta injustiça se é onipotente?” eu pensava. “Ou não é onipotente ou não é onipresente e onisciente”. (O eterno dilema de Tomás de Aquino). Ah, mas se existir reencarnação então tudo se resolve, tudo faz sentido. É uma ideia comovente, mas as evidências são pífias. Pois, ao invés de culpar deus, ou pessoas que rezaram pouco, ou o diabo, os espíritos maus, ou o Flying Spaghetthi Monster pelos problemas mundanos, eu prefiro tentar entendê-los de forma natural. E ao invés de me emocionar com rituais, eu agora me emociono com as estrelas, com arte, com ciência, com poesia, com as pessoas. Pode ser que eu esteja errado e as pessoas que acreditam nessa concepção de deus , certas — e não descarto isso — mas todo o meu raciocínio, a soma de todos os livros que eu li até hoje e de tudo o que eu busquei e estudei aponta para isso. Eu juro que considero (embora, devo confessar, cada vez menos) que a outra possibilidade (que Deus exista) possa ser válida, mas minha razão aponta para o contrário – para um universo não determinístico, não controlado por nenhuma entidade – e chegou uma hora que ignorar isso começou a me fazer mal. As coisas simplesmente fazem mais sentido pra mim desta forma, são mais lógicas, parecem mais verdadeiras para o meu cérebro (notadamente imperfeito). Mas vejam que eu não argumento que estou certo e vocês erradas. Não, apenas sustento que eu posso estar certo. Não me esforço para convencer pessoas do contrário (quando perguntado até digo minha opinião, mas procuro não proselitizar) e só queria que pelo menos as pessoas mais próximas a mim ao menos tentassem não me encarar como um excêntrico ou como uma pessoa ruim por causa do que eu penso sobre questões metafísicas. Estou em paz, acreditem. Não me sinto sozinho, como muitas pessoas dizem se sentir quando “se afastaram” de Deus. Eu não. Estou com uma paz de espírito (metaforicamente, por falta de palavras mais precisas) e com uma calma que eu não sei se alguma outra vez na vida eu já tive. Parei de tentar encontrar sentido no caos e passei a enxergar a verdadeira beleza da Natureza. Pra mim, isso foi muito bonito, foi libertador. Ao invés de conceitos verdadeiramente bizarros como “merecimento” e “pecado original”, agora acredito na Natureza, na grandiosidade do Universo, que coisas boas e ruins, aleatoriamente, simplesmente acontecem. Ao invés de acreditar na vida após a morte, passei a encarar essa vida como uma coisa frágil e preciosa — um lampejo, uma fagulha, a coisa mais preciosa do mundo — mas ao mesmo tempo finita, curtíssima. Não dá pra desperdiçar um minuto com futilidades, com o Big Brother, com falar mal da vida alheia, com infantilidades … tenho mais 20, 40, 50 talvez 60, anos pela frente? É muito pouco! Mas eu vou tentar aproveitá-los com sabedoria e com deleite, do melhor jeito que eu puder. Cada segundo! E se eu estiver errado? Será que não vou queimar no inferno, então? A aposta de Pascal não é uma aposta muito alta a fazer? Se a minha hipótese da não existência de Deus estiver errada, creio que ainda assim existe muita chance de que Ele venha a me perdoar. Afinal, nesse caso, minha ignorância e teimosia são subprodutos da inteligência que Ele me deu. Sem falar que, com exceção de “amar a Deus sobre todas as coisas” (e outras pirações do V.T.), eu compartilho de muitos dos valores ditos cristãos. Penso que bondade, generosidade, companheirismo, respeito, honestidade e tantas outras chamadas virtudes “cristãs” estão embutidas na maioria de nós, são características intrinsicamente humanas. Tento levar uma vida próxima dos supostos ensinamentos cristãos — tento não prejudicar as pessoas, tento levar uma vida digna, honesta, trabalho duro, amo minha família, não desejo mal a ninguém – não é tão mal assim, vejam. Vocês podem achar que não é possível ser bom e virtuoso sem acreditar em Deus, mas cada dia acho mais possível. Pra mim, posso dizer, é possível sim. Acredito que podemos derivar nossa moral da razão, ao invés de escrituras. E, derivando-a da razão, acho que podemos ter uma moral muito melhor do que a ensinada nas parábolas do novo e velho testamentos! Uma moral que não provoque tantos casos de pedofilia entre membros do clero (pra mim, um reflexo claro da repressão sexual e de uma obsessão pelo sexo, ou falta de sexo), uma moral que evite milhares de mortes na África ao invés de publicamente desaconselhar a utilização de preservativos (e, de novo, garantir um celibato utópico), uma moral que permita a pesquisa com células tronco (ao invés de a condená-la por entender que utilizar uma célula embrionária para produzir tecidos orgânicos é “assassinato“), uma moral que não dê mais valor para um punhado de células do que para pessoas inteiras em sofrimento ao condenar indiscriminadamente o aborto, uma moral que não seja contra a doação de sangue e órgãos (porque um dia, aparentemente, escreveram “não deveis comer nenhum sangue” em um livro alegadamente sagrado), uma moral que respeite os homossexuais (sem considerá-los doentes e sujos), uma moral que valorize a mulher e não a trate como objeto submisso, apêndice do homem. Mas então eu agora sou um materialista desgraçado que só pensa em dinheiro e que não tem qualquer preocupação moral, que acha bonito matar, roubar, etc.? Claro que não. Em verdade, modéstia à parte, eu acho que eu sou até muito menos “materialista” (na conotação de se importar demasiadamente com bens materiais), menos individualista e mais preocupado com minha conduta (incluindo ética) do que muitos religiosos que conheço. Acredito que não precisamos de escrituras, nem de acreditar no sobrenatural, para sermos pessoas bacanas. Eu, pelo menos, acho que não preciso. E acredito que temos que fazer as coisas porque racionalmente acreditamos que é o melhor para nós e para o planeta, não só porque está escrito em algum lugar ou porque alguma figura importante no cenário político ou religioso acha que isso é o melhor pra gente. E como não acredito mais em vida após a morte, em espíritos, em bioenergias, em demônio(s), eu também não tenho medo de ambientes “pesados”, do escuro, da morte, de maldições, de agouros. Vocês podem achar, por exemplo, que foi só graças a intervenção de deus que coisas boas aconteceram na minha vida – “graças a Deus, seu filho sobreviveu”. Mas sem entrar no mérito de quantos cientistas foram queimados na fogueira por defenderem convicções “subversivas” como as de que as doenças eram causadas por germes e baixas condições de higiene e não por forças sobrenaturais, eu queria lembrar que se eu fosse um praticante fervoroso de qualquer religião, muito provavelmente eu teria rezado, pedido forças para o além e mantido um casamento infeliz para não fazer nada em desacordo com a vontade do criador. Aí sim, talvez, vocês não tivessem netos ou sobrinhos. Não descarto a possibilidade (embora confesse que a ache bastante improvável, difícil de entender com o meu cérebro limitado) de que foram as orações de vocês e de tantas outras pessoas queridas que fizeram tudo dar certo, mas penso que minha subversão à religião tradicional também foi importante. Quantas vidas foram e têm sido destroçadas por uma ideologia que prega que, “aos olhos de deus, casamentos (independentemente da qualidade) são eternos”? Reconheço o papel de suporte emocional que a religião teve/tem para algumas pessoas e da sua utilidade para organizar a nossa sociedade, mas da mesma forma que os exorcismos e enforcamentos de bruxas da Idade Média não tem mais lugar no século XX (muitas pentecostais não contam, ainda estão no século XIII :>), eu acredito que a religião não deveria ter tanto lugar no século XXI. Nos 45 piores dias da minha vida — quando estávamos na pedreira na UTI Neonatal — recebi o apoio e me emocionei com o carinho de muita gente (desnecessário dizer que o de vocês, principalmente) mas ao invés de buscar explicações — muita gente lá se perguntava incorformada “por que isso foi acontecer comigo, justo comigo, meu Deus?!” — eu me resignava com um universo aleatório, onde nós simplesmente não controlamos todas as variáveis, e tentava me acalmar, curtir os momentos legais e ficar forte para aguentar os ruins. Ao invés de rezar, eu estudava neonatologia (para poder falar com os médicos com algum entendimento do que estava acontecendo), eu investia cada segundo livre para estar lá e ajudar no que fosse possível. Como eu disse, eu aceito e respeito que pessoas possam pensar diferente de mim. Mas como considero que teístas podem estar certos e eu errado, não tenho problema nenhum com pessoas dizendo que estão rezando por mim ou quando me desejam que eu “fique com Deus”. Entendo tudo isso como demonstrações de carinho. Só gostaria que, reciprocamente, as pessoas — principalmente as que eu amo — não me enxergassem como vazio, intrinsicamente mau ou repulsivo e nem se preocupassem (ou perdessem o sono, sofressem) com a minha salvação (ou danação, como queiram). Queria que, da mesma forma que eu considero que posso estar errado e os outros certos, que as pessoas pudessem conceber, pelo menos hipoteticamente, que eu possa não estar totalmente errado. Mas é isso, minhas queridas. Queria dizer isso pra vocês e explicar que estou bem. Por favor, acreditem que eu estou bem mesmo, que muito, muito, muito provavelmente, não irei queimar no inferno. ;-) Acreditem também que amo vocês, mais do que nunca. Imaginar que o amor é um fenômeno causado pelo cérebro não tira de mim a contemplação subjetiva da beleza desse sentimento. Para mim, o amor é tão real quanto enxergar um dia de primavera. E fiquem com Deus, seja lá o que isso signifique pra vocês. A propósito, quando alguém fala isso pra mim, eu entendo como “fique em paz, fique com todo o amor do mundo, receba minha gratidão e generosidade, etc.”. Sempre que possível – no caso de vocês, por exemplo – eu tenho preferido me despedir de modo mais simples, verdadeiro e direto, tipo assim … eu amo vocês. Beijos e saudades,


 Daniel Direto do Bule Voador !!!

Série no Ar: Zapeando by Chongas

É com muita felicidade que faço este post. Um dos momentos mais felizes que o Chongas me proporcionou… Explico: Desde quando comecei a escrever no Chongas eu não tinha a menor idéia do que ele poderia se tornar. Nunca fiz nenhum plano pra ele (como vocês podem perceber). É como se fosse um negócio de família que foi crescendo porque o dono trabalha apaixonado pelo que faz. Fui cativando os clientes/leitores que passaram a voltar sempre e assim foi indo, hoje já se passaram 8 anos, desde quando o lancei. Eu não parei no tempo, ao longo destes 8 anos fiz vários cursos, fiz um de Photoshop, fiz de webdesign, fiz de edição de vídeo, fiz um de fotografia, tudo pensando em ter um “produto” melhor pra oferecer pra vocês. Com este tanto de conteúdo que publico, é evidente que a gente também acaba aprendendo… já publiquei mais de 120 curtas, e isso claro influencia a gente, mesmo que inconscientemente. E vídeos então, só nesta versão .com.br já publiquei mais de 1200 posts! Com isso a gente vai aprendendo, formando idéias, ganhando cultura (de certa forma) e enriquecendo a mente. Tudo isso pra falar que se não tivesse feito tudo desta forma como fiz, acredito que nunca estaria apresentando esta série pra vocês. Vocês têm, certamente, uma participação muito forte nisso tudo, já que todos os dias voltam aqui para ler um Chongas novo, o que me motiva a fazer todo dia um pouquinho melhor. Venho “trabalhar” com um sorriso no rosto e muito feliz por poder ouvir lindas histórias e elogios por e-mail que chegam de vez em quando dizendo que o Chongas faz o seu dia passar melhor ou mais feliz. Enfim, digo isso tudo, porque esta combinação de pequenas coisinhas me motivou a tentar fazer uma série. Eu e meu grande amigo Rodolfo Bott, nos sentamos e passamos a escrever religiosamente, uma vez por semana, e tentar realizar dois sonhos: trabalhar juntos e ter uma série de humor. O Multishow nos aceitou de braços abertos, ouviu a proposta, curtiu os roteiros, deu o OK pro projeto e fomos produzir. Não foi fácil aprender enquanto fazia tudo, mas foi engrandecedor. Passamos Agosto e Setembro organizando tudo, produzindo, filmando e editando. Exigiu uma dedicação hercúlea, mas foi tudo caminhando para dar certo… E hoje, meus queridos leitores e amigos, apresento o Zapeando. Por favor, relaxem e vejam, pois foi feito com muito esforço e carinho, pensando em entretê-los. Episodio 1: Episodio 2:

"O que a Ciência tem a ganhar com a espiritualidade?" - A resposta de um cético e um ocultista.

Fonte: Textos para reflexão Autor: Kentaro Mori, Marcelo Del Debbio e Rafael Arrais Editor: Eduardo Patriota Gusmão Soares
Parte da série “Reflexões sobre a espiritualidade e a ciência”, onde o ocultista Marcelo Del Debbio e o cético Kentaro Mori respondem a uma mesma pergunta (a cada post). Para conhecer mais sobre esses dois distintos participantes, não deixe de ler sobre a premissa da série. [Raph] Na mitologia grega, Prometeu foi um titã defensor da humanidade, conhecido por sua astúcia e inteligência. Ele foi responsável por roubar o segredo do fogo divino e dar aos mortais, ato que foi severamente punido pelos deuses… Há muito tempo o homem tem sondado os segredos da natureza, e desde cedo houveram muitos que afirmavam que era inútil seguir adiante: não se podia desafiar aos deuses. Mas outros, tal qual Prometeu, não esmoreceram ante o desconhecido, e é precisamente graças a esses últimos que devemos boa parte de nossa filosofia, ciência e – porque não dizer – espiritualidade. Este paradoxo entre a inconcebível natureza da Natureza – parafraseando Feynman – e o nosso esforço para compreendê-la e domá-la, tal qual um tigre feroz, é algo que permeia toda a história de nossa cultura. Os avanços científicos, no entanto, têm espantado e assustado a muitos: a mesma energia (nuclear) que abastece um hospital pode dizimar cidades inteiras em segundos; os cientistas não só mapearam o genoma humano como prometem um dia “reprogramar” os corpos de nossas crianças ainda na gestação; etc. Tudo isso levanta profundas questões éticas. Nesse contexto: estaria tal conhecimento relegado as trevas (como querem os fundamentalistas)? Ou ainda é possível unir os avanços científicos com o debate ético que permeou nossa cultura desde o advento das primeiras religiões? Em suma: o que a ciência tem a ganhar com a espiritualidade? [Del Debbio] Antes de responder a esta pergunta, é necessário que se faça uma separação e explicação da diferença gritante entre Religião e Espiritualidade. No mundo de hoje, infelizmente, estas duas palavras estão misturadas no meio de muita ignorância e fundamentalismo dogmático. Espírito, para os ocultistas, representa o sopro de realização divina que habita em todos os homens, que conhecemos como “Inspiração”. Espírito é definido pelo conjunto total das faculdades intelectuais. Ele é freqüentemente considerado como um princípio ou essência da vida incorpórea (religião e tradição espiritualista da filosofia), mas pode também concebida como um princípio material (conjunto de leis da física que geram nosso sistema nervoso). Na Antiguidade, o sopro e o que ele portava (Alef, o som, a voz, a palavra, o nome) continha a vida, seja em protótipo, em essência ou em potência (mítica). No tronco judaico-cristão das religiões diz-se que “Deus soprou o barro para gerar o (ser no) homem”. Simbolicamente, a terra representa à parte material do corpo e o sopro a parte de nossa consciência que até hoje não foi reproduzida em laboratório; estando, portanto, além dos domínios do método científico atual. Religiões, por outro lado, são invenções humanas. Grilhões da vontade moldados por pessoas que se utilizam da falta de conhecimento e estudos de outras para obter poder e dinheiro sobre elas. Um verdadeiro veneno da humanidade. Sendo a Espiritualidade a busca constante pelo conhecimento e pela pesquisa dentro da Ética, a Ciência pode ser considerada a irmã mais nova da espiritualidade, ao lado das Artes e da Filosofia. Porém, a ciência, tal qual a arte e a filosofia, são amorais. Desta maneira, a espiritualidade deve sempre guiar a utilização do conhecimento em busca do bem maior e do desenvolvimento da humanidade. Os Iluministas e alquimistas chamaram este movimento de “Humanismo”. O humanismo, da maneira como os alquimistas o vêem, propõe ao ser humano a realização de um processo de evolução que o leve a superar suas qualidades até alcançar a excelência de sua condição humana.González Pecotche afirma que o humanismo é “parte do próprio ser sensível e pensante, que busca consumar dentro de si o processo evolutivo que toda a humanidade deve seguir. Sua realização nesse sentido haverá, depois, de fazer dele um exemplo real daquilo que cada integrante da grande família humana pode alcançar”. Não é de se espantar que, em sociedades nas quais as casas e barcos eram construídos com madeira e pedra, seus deuses possuíam como principal arma um martelo. O Martelo, simbolicamente, representa a vontade e o conhecimento técnico que pode ser usado tanto para construir quanto para esmagar a cabeça de um inimigo. Só depende de quem o estiver utilizando. [Mori] Se o conhecimento pode criar problemas, não é através da ignorância que iremos resolvê-los, definiu melhor do que ninguém Isaac Asimov. Nossas mitologias de certa forma refletem esta sabedoria. Na mitologia grega em Hesíodo, o conhecimento concedido à humanidade representado pelo fogo de Prometeu é punido por Zeus através de Pandora e sua caixa. Todos os males do mundo são uma punição pelo conhecimento roubado dos deuses, e eles não podem ser contidos novamente. Mesmo no mito do Jardim do Éden, é curiosamente também uma mulher a levar ao pecado original do fruto do conhecimento, que uma vez provado leva à expulsão sem volta de Adão e Eva do Paraíso. Conhecimento é um atributo divino, mas todos os problemas que ele causa são um caminho do qual não há retorno. Seria então o conhecimento uma maldição? Tanto na mitologia grega quanto na cristã, entende-se que éramos imortais antes do conhecimento, mas Carl Sagan em Os Dragões do Éden fornece uma interpretação profunda a estas mitologias ocidentais: não é que fôssemos realmente imortais, é que simplesmente não possuíamos conhecimento sobre a morte. Um papagaio pode ser imortal simplesmente porque jamais entenderá que um dia irá morrer. Ele é imortal enquanto vive. A ignorância pode ser uma benção, mas é uma que ultimamente nos iguala aos animais, e neste sentido, mais do que benção a ignorância é, ela sim, uma maldição. É justamente no desafio aos deuses na busca do conhecimento que nos aproximamos de algo divino. Depois de milênios, e indo muito além dos antigos gregos, sistematizamos a aquisição de conhecimento sobre o mundo natural através daquilo que chamamos de ciência. E avançamos incrivelmente, o que antes os gregos especulavam, como os átomos, hoje conhecemos e manipulamos em seus componentes, dos elétrons à tecnologia nuclear, um tipo de fogo fundamentalmente diferente, com poder e ordens de magnitude maior. É um novo fogo de Prometeu. Seria uma nova maldição? O problema não é o conhecimento, é a sabedoria, ou a falta dela. Não conseguimos sistematizar a aquisição de sabedoria. A filosofia tenta promovê-la e muitas religiões tentam se apropriar dela, mas nenhuma delas é tão bem sucedida na aquisição de sabedoria quanto à ciência o é na aquisição de conhecimento. Em efeito, pode-se dizer que parte das religiões e filosofias é contrária à busca tanto por sabedoria quanto por conhecimento, retraindo-se ao invés no dogma e na ignorância. São tudo aquilo de que não precisamos. É neste desequilíbrio entre o sucesso espetacular da ciência na busca por conhecimento e o fracasso em termos da filosofia e da religião na busca por sabedoria que nos encontramos hoje. Muitos percebem esta preocupante situação, e apelar à espiritualidade, como um conceito anterior à religião, é uma resposta buscada assim como aqueles que buscam a religiosidade ao invés da religião. São tentativas, embora fundamentalmente estas abordagens difiram apenas em seu escopo, ao promover uma busca por sabedoria individual ao invés daquela ditada coletivamente. No ponto em que promovem o livre arbítrio e o questionamento são positivas, mas deixam de lado algo da sabedoria que a coletividade também pode oferecer. Acredito que além da espiritualidade e da religiosidade, como sentimentos individuais; além da filosofia e da religião como práticas coletivas, há algo mais promissor na busca por sabedoria tão necessária para lidar com os desafios impostos pelo conhecimento: o livre debate fundamentado nesse mesmo conhecimento. Temos hoje as ferramentas tecnológicas para o livre debate como nunca antes tivemos, porém nos falta um conhecimento compartilhado sobre as questões que precisamos debater. Temos espiritualidade, temos religiosidade, temos conhecimento acumulado em livros, computadores, cientistas, mas falta conhecimento democratizado, popularizado. De pouco adianta querer o bem de todos se ao discutir sobre a energia nuclear, não se sabe realmente o que é um átomo. Não há sabedoria sem conhecimento. Se o conhecimento pode criar problemas a todos nós, é compreendendo-os coletivamente que iremos resolvê-los. Espero que tenham gostado.Comentem !!!

Nome do Tatu da Copa.Imperdível !!!

Acidente grave de Robert Stafsing - Le Parkour.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Carga tributária e lucro elevado fazem o brasileiro pagar pelo carro mais caro do mundo.

Bruno Vasconcelos Publicação: 16/08/2012 00:01 Atualização: 20/08/2012 12:17 Bastou um articulista norte-americano da revista Forbes ironizar o status que o brasileiro dá ao automóvel para que a discussão em torno do custo que pagamos pelo carro voltar à tona nas redes sociais e debates de economia pelos quatro cantos do país. Afinal de contas, por que um mesmo carro que lá fora custa X, aqui no Brasil é vendido a 3X? A resposta comum e que há muito tempo não sai do discurso das montadoras é a carga tributária elevada, que dificulta a competitividade dos modelos produzidos no país em relação aos importados. Carros fabricados no Brasil são vendidos com preços mais baixos em países vizinhos (Divulgação) Carros fabricados no Brasil são vendidos com preços mais baixos em países vizinhos O que também tem deixado muita gente intrigada é o fato de que carros fabricados no Brasil são vendidos em países vizinhos com preços bem abaixo do que os praticados aqui. Um exemplo é o recém-lançado EcoSport. Produzido na Bahia, o jipinho é vendido no país de origem por R$ 53 mil na versão de entrada. Pois saiba que os chilenos pagam pelo mesmo carro o equivalente a R$ 28 mil (preço de carro popular no Brasil). Mas será que a culpa por toda essa diferença de preços é a carga tributária? Todos sabem que os impostos sobre automóveis no Brasil são bem mais altos do que na Europa ou nos Estados Unidos. Segundo a Anfavea (associação que representa os fabricantes nacionais), os tributos equivalem a 30,4% do preço médio de um carro no Brasil. Já em países como Alemanha, França e Itália, a proporção varia entre 15% e 17%. Ela é ainda menor nos Estados Unidos (6,1%) ou no Japão (9,1%). Mesmo essa diferença de tributação não justifica o abismo entre os preços dos carros vendidos no Brasil e em outros países. O professor de economia da Faculdade Boa Viagem, Roberto Ferreira, explica que vários fatores influenciam no preço final de um carro, como taxas, margens de lucro e a cultura do brasileiro de ligar o automóvel ao status. “Parte dos brasileiros dá mais valor à aparência do que ao conteúdo. Há também a questão dos novos ricos, que querem mostrar ascensão através do automóvel”, resume. Se pegarmos como exemplo o carro mais vendido do mundo, o Toyota Corolla, que por aqui custa em torno de R$ 70 mil e é considerado carro de classe média alta ou novo rico, nos Estados Unidos o mesmo modelo pode ser comprado por pouco mais de US$ 16 mil, o que equivale a cerca de R$ 32 mil (no câmbio atual). Uma justificativa para a diferença entre os valores praticados lá fora e aqui é o contestado “Lucro Brasil”. Um estudo feito no ano passado pelo banco de investimentos Morgan Stanley, da Inglaterra, apontou que algumas montadoras instaladas no Brasil são responsáveis pela fatia mais gorda do lucro mundial de suas matrizes. Ironia e verdade Outro fator importante - e onde entra a “tiração de onda” do articulista da Forbes - é que nós pagamos (sem reclamar) o preço que as montadoras determinam pelos carros. O status que o brasileiro dá para o automóvel é algo único no mundo. O que deveria ser um meio de transporte para atender às necessidades para cada tipo de pessoa ou família se transformou em um símbolo de ascensão social. No Brasil, segundo a Anfavea, tributos equivalem a 30,4% do preço médio de um veículo (Divulgação) No Brasil, segundo a Anfavea, tributos equivalem a 30,4% do preço médio de um veículo Os exemplos dados pelo autor do artigo da Forbes, Kenneth Rapoza, são perfeitos para ilustrar a vaidade dos brasileiros quanto aos automóveis. “Alguém pode imaginar que pagar US$ 80 mil por um Jeep Grand Cherokee significa que ele é equipado com rodas folheadas a ouro e asas. Nas concessionárias, clientes dão valor à aparência (Jaqueline Maia/ DP/ D.A Press) Nas concessionárias, clientes dão valor à aparência Mas, no Brasil, esse é o preço de um básico”, ironiza o jornalista. Segundo ele, o modelo citado é só mais um carro comum nos Estados Unidos, enquanto no Brasil se confunde qualidade com preço alto, o que justifica se pagar R$ 189 mil no Grand Cherokee. E o veneno do jornalista da Forbes vai mais longe ao afirmar que “os brasileiros estão sendo roubados”. “Desculpem, ‘Brazukas’, mas não há nenhum status em um Toyota Corolla, Honda Civic, Jeep Grand Cherokee ou Dodge Durango. Não sejam enganados pelo preço da etiqueta. Vocês definitivamente estão sendo roubados”. Impostos, alta margem de lucro ou status. Não se pode apontar apenas um como motivo ou vilão para o Brasil ter o carro mais caro do mundo. “Se temos automóveis com preços altos é porque tem quem pague”, conclui o professor de economia, Roberto Ferreira Direto do site da Vrum.com.br

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Red Bull Stratos

Depois de decidir voar em uma cápsula, levada por um balão cheio de gás hélio, Felix Baumgartner alcançou 39.045 metros de altura e fez um salto, em queda livre, lá da estratosfera. O especialista austríaco, de 43 anos, entrou para a história quebrando dois recordes mundiais (a mais alta queda livre e o vôo mais alto em um balão tripulado), além de superar velocidade supersônica sem a ajuda mecânica. Assista o vídeo, editado pela Red Bull, com imagens fantásticas do salto de Felix Baumgartner da estratosfera: Direto do Uhull

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

TVCAOS - As eleições e falsa democracia

Alô, alô, webespectadores!
É com grande prazer que eu estréio aqui no Sedentário & Hiperativo, blog que sou fã! E agora também colaborador!
Salve, salve, Duquian, Evel e Hélmiton!
Vamos começar com eleições, democracia no Brasil. Você acha que o povo tem algum poder?
Abra los ojos e dê o play!

Direto do Sedentario.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Suicidio Assistido

 Na Clínica Dignitas, localizada na Suiça, 10 brasileiros desembolsaram 15 mil reais e estão na fila de espera para morrerem. Caso queriam ler uma entrevista com 4 destes 10, cliquem aqui. Nesta clínica em 12 anos de existência, mais de 1000 pessoas de várias nacionalidades já foram auxiliadas em seus suicídios.
Pesquisando o Liveleak, encontrei um vídeo de mais uma cliente satisfeita. Trata-se de Michèle Causse (1936-2010) que era lésbica, tradutora e autora. Ela estava sofrendo de uma doença óssea e decidiu acabar com sua vida, com a ajuda da organização. Causse escolheu para acabar com sua vida em seu aniversário de 74. Segue o vídeo:



Fonte: Issoébizarro

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Eleições 2012

Depois das eleições fica na nossa memória momentos chatos, como por exemplo: mentiras de candidatos,propostas mirabolantes...etc.,mas tivemos durante os comicios,momentos divertidos também.
Pessoas como o candidato ONÁRIO, do alto de seu saber,de sua eloquência,nos proporcionando
momentos incríveis,como esse vídeo que fiz,em um dos últimos comícios realizados em Goiatuba-Go


Resultado das eleições em Goiatuba-Go

GOIATUBA - GO REINALDO CANDIDO PSDB 45 11.725 54,68% FERNANDO VASCONCELOS PMDB 15 9.717 45,32% total % Brancos: 416 1,84 Nulos: 798 3,52 Total de votos válidos: 21.442 94,64 Eleitores: 26.436 - Comparecimento: 22.656 85,7 Total de seções: 83 - Seções totalizadas: 83 100 VEREADORES CLIFER PSB 40.456 1.275 5,95% NORÓ PSC 20.789 1.274 5,94% JOÃOZINHO DO FOTO PSB 40.222 1.095 5,11% PROFº WELLINGTON (ADÍLIO) PSB 40.789 1.094 5,1% FLAVIANO PC do B 65.123 934 4,36% CLEITON CAMILO PMDB 15.678 904 4,22% ARNALDO SALATIEL PP 11.111 816 3,81% JUBES PSDB 45.678 799 3,73% MÁRCIA DO PETI PMDB 15.123 793 3,7% ANTONIALY DO SINDICATO DEM 25.555 622 2,9% GINO PSD 55.222 605 2,82% DONIZETE CAROLA PSC 20.459 588 2,74% SAULO SEVERO PTB 14.123 583 2,72%

domingo, 7 de outubro de 2012

A Máquina de Rube Goldberg Humana

Paintball

Diversão pura ao melhor estilo guerrilha armada. Aqui uma disputa entre PSP Texas vs Phoenix.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Você acredita no resultado das urnas eletrônicas?

Contribuição do Dr.Ricardo Luciano Lima - via Facebook.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Se tem uma coisa na qual eu não acredito ...

Direto do www.deusilusão.com

O que é Religião??

Muito frequentemente nós somos enganados pelos nossos sentidos. E muito frequentemente, também, nós nos deliciamos com isso, a ponto de pagarmos para sermos vítimas de uma ilusão. De truques de mágica à indústria cinematográfica, esse aspecto da nossa condição humana nos tem feito enriquecer, ao longo dos séculos, aqueles que descobriram como nos fazer bem ao nos iludir. A religião, porém, é um exemplo claro de como uma ilusão pode se tornar danosa. 
Danosa, obviamente, para o lado que não está ficando milionário com a fé alheia. 
Pessoas religiosas costumam argumentar, baseadas em pesquisas científicas, que a crença em uma divindade é algo bastante benéfico para o indivíduo; seja para sua vida social ou para sua saúde física e emocional, por exemplo. Essa declaração, apesar de correta, não torna a fé religiosa menos prejudicial à nossa sociedade, à nossa civilização, e mesmo até à nossa espécie. Se for para analisar os prós e os contras, pode-se acabar chegando à conclusão de que é possível se adquirir, por outros meios, os mesmos benefícios atribuídos à crença em deuses, sem precisar trazer a reboque tudo de ruim que está, sempre esteve, e sempre estará vinculado à Religião. Tentar negar essa proposição é uma reação natural, fruto de um afundamento excessivamente longo dentro de uma sociedade doutrinada a pensar exatamente isso: que acreditar em deuses faz bem, sob todos os pontos de vista. Mas isso depende. E depende muito. E essa dependência é demasiadamente perigosa. 
Se, acometidos de uma mesma e gravíssima enfermidade, um crente e um ateu são submetidos a idênticos cuidados médicos, os resultados dessa atenção devem ser semelhantes. Entretanto, se por motivos diversos (e, na esmagadora maioria dos casos, perfeitamente explicáveis), o tratamento surtir efeito apenas em um deles, e o outro vier a morrer, a mente religiosa irá se apegar a uma das duas seguintes conjecturas, para sua própria conveniência. A primeira, se morrer o ateu, que a fé salvou o crente. A segunda, se morrer o crente, que foi a vontade de Deus, e devemos todos nos conformar com ela. 
Nos dois casos, o religioso está aplicando em si mesmo a ilusão que lhe rende aqueles supostos benefícios, e que engorda as contas bancárias daqueles que lhe incentivam a continuar acreditando que ele está se beneficiando de alguma coisa.
Acreditar que o ser supremo que criou todo o universo está tão preocupado com você a ponto de “auxiliar” na sua recuperação durante um tratamento médico intenso pode, sim, de alguma forma, contribuir para sua melhora, uma vez que, provavelmente, vai deixar você mais otimista, mais calmo, etc. Mas acreditar que o Todo-Poderoso vai curar você sem ajuda extra pode te levar à morte. Tão longe que estamos dos tempos bíblicos, Deus hoje só cura através de um bom plano de saúde.
O mais que passa nos shows de horrores dos programas religiosos que você assiste na tevê, e a que tantos olhos chorosos e desesperados veem como milagre divino, é tão somente um engodo; um embuste amalamanhado, quase sempre tão mal feito que só mesmo a vontade de ser iludido pra justificar a crença numa coisa tão explicitamente forjada.
Mas, no fim das contas, religião é apenas isso mesmo: a consumação de uma fraude aliada ao desejo de ser enganado por ela.

Direto do www.deusilusão.com

Eis o mistério da FÉ !!!!

Estudo revela ingrediente secreto na religião que torna as pessoas mais felizes

Por Josh Rhoten

Um artigo publicado no começo do mês, na American Sociological Review, confirma aquilo que muitos na comunidade religiosa já sabiam faz tempo: a participação em organizações religiosas pode levar a uma vida mais realizada.
Os cristãos ativos (aqueles que vão regularmente à igreja) reportam que estão mais satisfeitos com suas vidas do que aqueles que não vão à igreja com tanta frequência.
Este senso de satisfação vem mais das interações que os frequentadores de igreja compartilham, do que das atividades e discussões teológicas que ocorrem nas igrejas de fato, diz o estudo.
O artigo, intitulado Religião, Rede Social e Vida Realizada, usou dados de uma pesquisa com americanos adultos, feita em 2006 e 2007, como parte do Estudo ‘A Fé Conta’. Essa pesquisa traçou a relação entre religião e capital social nos Estados Unidos.
“Nosso estudo oferece evidências convincentes de que são os aspectos sociais da religião, em vez de teologia ou espiritualidade, que levam a uma vida realizada”, diz Chaeyoon Lim, que conduziu os estudos e é professor assistente de sociologia na Universidade de Wisconsin-Madison.
“Em particular, descobrimos que amizades feitas em congregações religiosas são o ingrediente secreto da religião que torna as pessoas mais felizes.”
De acordo com o estudo, 33% das pessoas que iam semanalmente à igreja, e que tinham de três a cinco amigos íntimos naquela congregação, reportaram que estavam “extremamente satisfeitos” com suas vidas.
Em comparação, somente 19% das pessoas que iam semanalmente à igreja, mas que não tinham amigos íntimos na congregação, disseram que estavam “extremamente satisfeitos”. Este número foi o mesmo para os que não frequentavam igrejas, com apenas 19% desse grupo dizendo que estavam “extremamente satisfeitos”.
Embora o estudo tenha focado na fé cristã, Lim também notou que havia um padrão semelhante entre outros grupos religiosos, apesar das amostras terem sido de tamanho bem mais reduzido.
“Eu diria que a maior razão das pessoas frequentarem igrejas não é por seu pastor, mas por causa das relações que elas têm lá”, disse o Reverendo Max Janzen, pastor sênior da Igreja Batista Lado Ensolarado, em Cheyenne. “Por causa disso, eu concordaria totalmente com esse estudo, baseado na experiência que tenho na minha igreja”.
Lim disse, “Para mim, a evidência fundamenta que não é mesmo o fato de ir a uma igreja e ouvir sermões, ou rezar, que torna as pessoas mais felizes, mas fazer amigos através da igreja, e construir lá uma rede social íntima”.
Lim observou que o estudo não está dizendo que as pessoas que não frequentam igrejas não podem levar uma vida satisfatória. Mas que os que frequentam igrejas e têm um mesmo sistema de crenças e conexões sociais podem ser mais felizes devido a essas conexões.
O pastor Billy Minder, da Igreja Batista Ribeirão do Prado, em Cheyenne, disse que os dados [do estudo] condizem com sua experiência em sua igreja:
“Eu encontrei alguma informação, um tempo atrás, quando uma socióloga falou sobre os três lugares em que as pessoas se conectam umas com as outras, e ganham um senso de identidade e realização. Os dois primeiros são o lar e o trabalho, e eu sempre pensei no terceiro como sendo a igreja, onde você pode se ligar a pessoas com a mente parecida com a sua, e ter uma sensação de pertencer àquele lugar.”
Direto  do - www.deusilusao.com

Dissertação sobre Moralidade !!!

Esse foi um dos melhores vídeos que já vi no You Tube. Serve para ilustrar o maior de todos os males que a Religião causa à humanidade: obrigar a cada um a rejeitar o seu próprio raciocínio, desconsiderar a própria inteligência, ignorar o próprio bom-senso, em nome da perpetuação de um sonho tolo, prejudicial, e completamente desnecessário.

Você pode se sentir tentado a achar o vídeo comprido demais e ter preguiça de vê-lo até o fim. Quando isso acontecer, basta lembrar que é justamente por conta desse tipo de sedentarismo intelectual que a ideia de Deus é tão atraente: ela “responde” a tudo bem rapidinho, ao mesmo tempo que desobriga as pessoas de refletirem sobre seus próprios atos e sobre suas próprias vidas.




segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O incrível homem elétrico !!!!

Mariusz Pudzianovski - no MMA

Eleito o homem mais forte do mundo por cinco vezes, Mariusz Pudzianowski conta com uma ajudinha brasileira na preparação. Não satisfeito com os títulos da Federação Internacional de Atletas de Força (conquistados em 2002, 2003, 2005, 2007 e 2008) e as atividades como ator, cantor e até dançarino, o polonês resolveu investir no MMA e, para treinar, conta com uma equipe de profissionais do Brasil.
O time ajudou a transformar o "incrível Mariusz" em um peso-pesado que já chegou ao MMA mostrando seu poder e disposto a fazer história - das oito lutas até aqui, ele venceu cinco, a última contra Christos Pilafas, dia 15 de setembro .
Ele falou sobre a parceria em entrevista ao "Sensei SporTV", e os brasileiros mereceram elogios. Segundo Mariusz, eles ganham espaço especial quando o assunto é jiu-jítsu.
- A maioria dos que treinam comigo é formada por brasileiros. O meu treinador de jiu-jítsu é do Brasil. O treinador principal é o fundador do American Top Team, Ricardo Libório. O professor de Muai Thuy também é brasileiro. O time todo é de caras do Brasil. O jiu-jítsu é a base do MMA, porque, às vezes, a luta segue no chão. Então, o jiu-jítsu toma conta da luta. E os meninos são bons nisso e me ajudam muito.


"Somebody That I Use to Know" ,do Gotye,como você ainda não viu !!!!

Galera do Walk Off The Earth tocando o hit “Somebody That I Used to Know”, do Gotye, de uma maneira um pouco diferente: Todos os 5 integrantes do grupo usam o mesmo violão ao mesmo tempo.