Em determinadas datas do ano, a pista do autódromo de Nürburgring, na
Alemanha, é aberto para público em geral que quer testar a velocidade
dos seus carros. Porém, essa pista tem um curva que exige a extrema
habilidade dos pilotos e, nesse caso, acontece muitos acidentes. Veja só
a compilação:
"Há mais no ateísmo do que a simples negação de uma afirmação: ele é na verdade baseado em uma atitude científica que valoriza a evidência e a razão, que rejeita afirmações baseadas somente em autoridade e que encoraja uma exploração mais profunda do mundo. Meu ateísmo não é somente uma negativa de deuses, mas é baseada em todo um conjunto de valores positivos que eu enfatizo quando falo sobre ateísmo. Aquele lance de negar a existência de Deus? É uma consequência, e não uma causa" - Myers(2011)
domingo, 6 de janeiro de 2013
Cruz:o símbolo macabro do Cristianismo
Cruz: o símbolo macabro do cristianismo
Publicado em 02/11/2010 por Barros
Crucificação vem do latin crucifixio [crux = cruz + o verbo figere
= fixar, prender].* Foi o método de execução adotado pelo império
romano, para punir crimes cometidos pelos escravos, desde o século seis
antes de Cristo até o ano de 337 da era cristã, quando o imperador
Constantino I aboliu esse tipo de execução, justamente por causa da
veneração bizarra que um número crescente de seguidores de uma nova
seita passaram a demonstrar por esse horripilante instrumento de
tortura.
A
pena de morte por crucificação era uma punição duríssima, pois a
sentença antecipava ao réu não só que ele perderia a vida, mas que a
sentiria se esvair lentamente, até o ponto em que seu corpo não
conseguisse mais suportar justamente aquilo que todo organismo mais
evita: a dor. E não seria uma dor inesperada e letal, mas uma dor
agendada, que, uma vez tendo início, seria constante, inimaginavelmente
intensa e deliberadamente infligida por mãos adestradas na técnica de
impor o máximo de sofrimento pelo maior tempo possível.
O
processo de execução começava com o criminoso sendo despojado de suas
vestes e preso a uma coluna, para ser submetido ao flagelo, que era o
açoite feito com um chicote especialmente confeccionado para esse fim.
Depois o condenado era amarrado de braços abertos a uma cruz de madeira (ou a uma árvore),
onde era deixado para morrer. Ali, enquanto sentia por todo o corpo a
dor excruciante que o flagelo lhe havia causado, o enfraquecimento
provocado pela perda de sangue e pelo sofrimento prolongado fazia o
crucificado esmorecer sobre suas pernas presas e, não mais podendo
suster-se de pé na cruz, ficar completamente pendurado pelos braços, com
o peso do corpo a comprimir-lhe o diafragma, até não mais conseguir
manter a respiração e morrer por asfixia.
As
execuções tinham início no meio da tarde e se estendiam até o
pôr-do-sol, uma vez que, como ditava a tradição, o executado não poderia
permanecer na cruz durante a noite, pois acreditava-se que isso
contaminaria a terra com a maldição que havia caído sobre o
morto. Quando ocorria do crucificado ainda estar vivo pela hora do
crepúsculo, os soldados romanos lhe quebravam as pernas para acelerar o
processo.
A
crucificação raramente era feita pregando-se o réu à cruz, mas quando
esse sofrimento adicional lhe era imposto, fazia-se necessário
providenciar um apoio em que o crucificado pudesse se manter sentado.
Não fosse esse artifício, a morte viria rápida demais e a punição seria
considerada branda. Tendo o peso do corpo sustentado por esse tipo de
banquinho, o expediente de quebrar as pernas do criminoso para acelerar a
morte por asfixia não surtia efeito. Assim, no caso de chegar a noite, o
condenado que ainda resistisse vivo era violentamente espetado por
espadas e lanças, ali mesmo na cruz, até que parasse de se estrebuchar a
cada nova estocada, o que atestaria a sua morte.
Se Jesus Cristo foi mesmo executado por crucificação há dois mil anos, três coisas podem ser ditas seguramente sobre ele.
A
primeira, que ele deve ter cometido um crime compatível com a sentença
de morte recebida, o que, obviamente, foi omitido dos textos sagrados do
cristianismo. Blasfêmia, por dizer-se filho de Deus ou por ameaçar o
poder e posição dos sacerdotes e fariseus, não seria motivo suficiente
para ser morto por crucificação, visto que Jesus estaria afrontando a
lei dos hebreus, não a de Roma; e o governador local não iria querer
gastar o seu latin com um bando de arruaceiros de um povo subjugado
reclamando que alguém havia blasfemado contra o Deus deles. Os romanos,
que tinham dezenas e dezenas de deuses, talvez mesmo só tivessem ficado
perplexos ante a falta de fé que aquela gente demonstrava em relação ao
seu próprio Deus, não deixando nas mãos dele a vingança pela blasfêmia
recebida, como eles, certamente, teriam deixado.
A
segunda, que ele sofreu de uma forma inimaginável antes de morrer. Eu,
particularmente, lamento muito por ele e pelo fato de nossa espécie ter
cometido, como ainda comete, tantos atos de barbárie contra si, e mesmo
contra outras formas de vida.
E
a terceira, que, independentemente do que Jesus achava que era, ou do
que as pessoas que escreveram os Evangelhos achavam que ele era;
independentemente do que tenham escrito, dezenas de anos depois, sobre o
que ocorreu após sua morte, Jesus de Nazaré morreu naquela cruz e ainda
continua morto.
É
certo, também, que é impossível ignorar a multidão que diz esperar a
volta do mais famoso finado de que se tem notícia. A esses eu só tenho
uma coisa a dizer: vão continuar esperando.
*Fonte: Wikipedia.
Aqui embaixo vai olink com os melhores textos do deusILUSÃO
Direto do deusILUSÃO.
Coisas da VIDA...
Sabe aqueles momentos em que você para e começa a pensar nas lembranças
dos bons tempos, daquele tempo que passou que nunca voltará? Então,
sugiro que veja esse videoclipe e aproveite a música:
Novos Velhos – Mundo Quadrado.
Parabéns a banda dos amigos de Maravilha/SC. Ótimo som, ótimo clipe e
ótima história. Gostou do clipe? - Compartilhe para seus
amigos.
Direto do UHULL
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Ateus ou agnóstico?
Publicado em 02/01/2013 por Barros
”
Pergunte
a um padre da igreja Católica, ou a um obreiro da Universal, ou a uma
testemunha de Jeová que apareça no seu portão se eles sabem a definição
da palavra “ateu”. Eu quero que a alma da minha mãe vá tostar no Inferno
se não souberem!
Ateu é aquele que não acredita em Deus.
E ainda arrisco dizer que alguns estarão aptos a dar uma aula de etimologia:
“Ateu” vem do latim atheus.Esse a significa negação, ou ausência.E theus significa Deus.
O ateu seria, portanto, uma pessoa que nega Deus; uma pessoa sem Deus, certo?
Errado.
A palavra latina atheus deriva da palavra grega átheos,
e os gregos que a conceberam não faziam a menor ideia de quem era Deus,
pelo simples fato de que Deus não compunha o seu panteão de deuses. Theos, em grego antigo, significava “divindades”.
As
primeiras civilizações sempre tinham várias divindades às quais se
atribuía o controle de diferentes coisas no mundo. Havia um deus
responsável pelas boas colheitas, outro pelas pestes, outro pelo clima, e
assim por diante. Pela época em que os gregos chamavam os seus
descrentes de ateus, Deus atendia por outro nome e ainda fazia parte de
um grupo de divindades cultuadas pela sociedade hebraica politeísta de
então. Durante
os longos períodos de escravidão, o subjugado povo hebreu passou a
venerar mais especificamente o único deus ao qual poderia dirigir suas
preces, o único que lhe poderia ser útil numa batalha pela libertação e
na luta pela conquista de um novo território: seu deus da guerra, Jeová.
Não é à toa que a Bíblia descreve Deus como sendo tão propenso a matar
pessoas, tão irascível e tão belicoso. Ele era, de fato, o senhor dos
exércitos, e sua função era exterminar os inimigos de seus devotos. Mas
foi por uma combinação de acaso e força política que Jeová acabou se
tornando o único deus digno de culto, quando seus mais fervorosos
crentes assumiram definitivamente o poder e, por força de lei,
transformaram os hebreus num povo monoteísta.
Também
na Grécia antiga cultuavam-se inúmeros deuses. Zeus era o mais
poderoso, o senhor de todos eles; Crono, pai de Zeus, era o deus do
tempo; Afrodite, a deusa do amor; Hades, o deus do mundo dos mortos;
Ares, o correspondente grego de Jeová, era o deus da guerra; e muitos
muitos outros. Na civilização onde a palavra foi criada, ateu seria
aquela pessoa que não venerava nenhum desses deuses. Se um cristão, um
hindu, um judeu e um muçulmano fossem transportados no tempo para aquela
época e lugar, todos eles seriam considerados ateus, porque certamente
não iriam se dispor a adorar nenhum dos deuses gregos de então.
Resgatando
a definição original, ateu seria aquele que não crê em nenhuma das
divindades cultuadas pela sociedade na qual está inserido, visto que os
gregos que cunharam o termo estavam considerando apenas os seus próprios
deuses. Assim, um judeu seria ateu numa sociedade hindu; um hindu seria
ateu numa sociedade islâmica; um muçulmano, numa sociedade cristã; e um
cristão, numa sociedade judaica, porque, esperneiem o quanto quiserem,
Alá, o Deus cristão e o Deus judaico não são a mesma divindade, apesar
da origem comum. Dizer o contrário só seria possível se você conseguisse
imaginar um mundo onde sua mãe pariu você, e, ao mesmo tempo, ela não
pariu você. Diferentemente do Deus cristão, o Deus judaico nunca
estuprou uma virgem para ter um filho mortal. E mesmo o Alcorão, segundo
Christopher Hitchens, traz duas suras que advertem ao muçulmano que ele irá para o Inferno se considerar que Jesus é filho de Alá.
Esclarecido
o significado original da palavra ateu, fica fácil perceber que ela
atualmente foi sobrescrita em duas novas e diferentes acepções. Por um
lado, para os
ateus, ela ficou mais abrangente e passou a englobar a descrença em
todos os deuses de todas as civilizações e de todas as épocas. Já a definição de ateu como sendo “aquele que não crê em Deus” só seria válida em sociedades com o mesmo tipo de fé religiosa que a nossa. Entretanto, a onipresente força de marketing
das religiões cristãs ao redor do mundo, de acordo com seus interesses e
sua peculiar desonestidade, sequestrou o termo para uso exclusivo, de
forma a fazer parecer que a palavra se refere tão somente ao Deus
bíblico, como se ele fosse a única divindade em que as pessoas poderiam
acreditar.
Ou não.
Direto do deusILUSÃO
FELIZ 2013 - Desejo um cheio de mais boas atitudes e menos orações !!!
domingo, 30 de dezembro de 2012
DEUS - Manual do Usuário
DEUS – Manual do Usuário
Publicado em 27/12/2012 por Barros
Introdução
Parabéns!
Você acaba
de estar adquirindo um produto de altíssima qualidade e de eficácia
comprovada por um incalculável número de pessoas, das mais diversas
culturas, ao longo de milhares de anos! Um produto quase tão onipresente
no mundo quanto a Coca-Cola! Quase tão eficiente e perfeito quanto o
Windows 8!
Entretanto
nós fortemente recomendamos que você leia antes todas as instruções
contidas neste manual! Somente a leitura cuidadosa deste guia vai estar
assegurando a você um correto uso de Deus, evitando assim possíveis transtornos causados pelo seu manuseio inadequado, bem como a subutilização de suas funções.
O completo conhecimento dos assuntos tratados aqui servirá para prevenir que você possa estar colocando Deus em
contato com coisas altamente danosas ao equipamento, como raciocínio e
bom-senso, que fatalmente poderão estar afetando o seu desempenho.
(Dê atenção especial ao Cap. 1 – Recomendações de Segurança.)
Lembramos que, se você nasceu num país de tradição cristã (ou, pelo menos, nasceu numa família cristã), Deus foi instalado no seu cérebro automaticamente e já se encontra pronto para uso, mas é necessário ler, o quanto antes, o Cap. 4 – Manutenção da Carga da Bateria,
ou você poderá estar correndo o risco de se tornar um ateu e, assim,
poderá estar dando um tremendo desgosto aos seus pais e aos seus entes
mais queridos!
IMPORTANTE!
Caso
você tenha nascido num país que instalou indevidamente o deus errado no
seu cérebro, você pode estar consultando imediatamente o Cap. 2 – Instalação Manual, antes de estar prosseguindo com a leitura.
Uma
vez instalado com sucesso, o produto tem garantia vitalícia contra
defeitos de fabricação, sendo que todo e qualquer problema que ele possa
estar apresentando atribuído à operação incorreta por parte do usuário.
Ainda assim, você pode estar se dirigindo a uma de nossas inúmeras
Assistências Técnicas Autorizadas perto da sua casa. Com um pouco de
sorte, talvez haja uma bem aí na esquina da sua rua!
Lembramos, finalmente, que cada Assistência Técnica tem sua própria versão de Deus,
bem como total autonomia para estar cobrando o valor ideal nas taxas de
instalação, reinstalação, atualização e reparos que julgar necessários
ao produto, variando desde um pagamento simbólico e/ou opcional, até
quantias absurdas que levam muitos incautos à falência e até à penúria.
Entretanto, para efeito legal, informamos que o valor máximo cobrado não
pode estar excedendo a 10% dos seus ganhos mensais.
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Direto do deusILUSÃO.
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
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